Siririca No Baile Funk Proibido

Siririca No Baile Funk Proibido

Siririca No Baile Funk Proibido

Ela começou a rebolar, olhava nos olhos de Biel e mordia a boca. Diante disto não conseguia fazer nada direito, me atrapalhando toda. Meu filho normalmente passa os fins de semana com o pai e sempre fico sozinha então numa tarde de sexta-feira após meu filho sair deixou alguns jogos e disse que Douglas passaria para pegá-los.

Chamei o capataz Marcão para ir comigo, não gosto de ir só, por conta de algum imprevisto.

Depois de fazer um boquete nele, ele tirou minha roupa, bateu uma siririca em mim e mandou eu ficar de quatro em cima do sofá, depois ele tirou a roupa dele e socou a piroca na minha buceta, cuspindo para entrar com mais facilidade pois o pau dele é bem grosso. O interfone do quarto tocou e informaram que a visita tinha chagado. Não consegui me conter mais sobre os joelhos.

Minha bunda redonda e lisa encheu de tesão aqueles dois que responderam com fortes pulsos em seus cacetes. Na ponta ficava circulando com a língua dura e depois engolia toda a tora, fazendo ela desaparecer na sua garganta! Ele chupava com empolgação, de onde eu estava eu podia escutar o ruído suculento da sua boca sendo fudida.

Quando ele finalmente chegou eu entrei no carro e fomos em direção a casa dele, onde eu iria mamar ele.

Nós estávamos sempre juntas, íamos nas festinhas do interior, que aconteciam em igrejas e em salões de baile, às vezes até nas casas das pessoas amigas. – Seu idiota! Num sabe que caçar é proibido?!Depois de ler este conto, acesse o vídeo em:Depois de muitas conversas e várias discussões minha esposa passou a entender que também sentia falta de algo novo e mais quente, entretanto havia ao longo da vida adquirido padrões vitorianos de liberdade sexual, para entenderem até mesmo se tocar ela ainda não dominava e nem mesmo sentia o prazer de verdade que isso pode dar.

Subi para o meu quarto e me joguei na cama.